10 dezembro, 2009

Saiu na Imprensa8...

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Alunos do Projeto Rondon contam suas experiências

Uma lição de vida. Foi essa definição que os alunos da Unicentro (Universidade Estadual do Centro-Oeste), envolvidos no Projeto Rondon, deram para os 14 dias de experiência como "rondonistas".
Dos 360 projetos enviados pelas Universidades de todo o Brasil, aproximadamente 80 foram selecionados pelas comissões interministeriais; desses, dois projetos da Unicentro conseguiram a participação efetiva.
Da Universidade, foram três acadêmicos dos cursos de Turismo; um de Engenharia Ambiental do Campus de Irati; três acadêmicos de Jornalismo/Comunicação Social do Campus de Guarapuava; e ainda os professores que coordenaram o projeto, Márcio Fernandes do Departamento de Comunicação, e a professora Paula Grechinski Demczuk do Departamento de Turismo.
Ainda na mesma cidade que a Unicentro, a UNIDAVI (Universidade para o Desenvolvimento do Alto do Itajaí) desenvolveu trabalhos que contribuíram na área da saúde nas ações formuladas.
O Projeto Rondon é um projeto de integração social coordenado pelo Ministério da Defesa e conta com a colaboração da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC). O Projeto envolve atividades voluntárias de universitários e busca aproximar esses estudantes da realidade do País, além de contribuir, também, para o desenvolvimento de comunidades carentes.
Segundo Paula, o projeto foi desenvolvido de acordo com o modelo sugerido pelo Ministério da Defesa, iniciado no mês de outubro, "Foram propostas ações que envolvessem oficinas, palestras e mutirões", comenta Paula, que lembra ainda que todas as cidades escolhidas para receber o projeto são consideradas abaixo da linha da pobreza.
O primeiro desafio encontrado pelo grupo, segundo a professora, foi adaptar o projeto elaborado anteriormente, mesmo sem conhecer a realidade da cidade na qual iriam ficar, "Elaboramos as ações, mesmo sem saber o que teríamos disponível, e acessível para trabalhar com a comunidade. Nos deparamos com uma situação até melhor que esperávamos, pois a receptividade da comunidade para conosco ajudou o grupo a superar todas as expectativas", argumenta.
Já uma das principais dificuldades encontradas foi o acesso a determinados povoados que eram distantes e com falta de infraestrutura básica.

Acadêmicos
Dos seis acadêmicos envolvidos, três eram do campus de Irati, os quais concederam entrevista, relatando suas experiências e seus trabalhos desenvolvidos nos 14 dias como "rondonistas".
Os acadêmicos saíram da cidade de Curitiba no dia 24 de janeiro, acompanhados pela Força Aérea Brasileira, fazendo escala em Brasília, e seguindo até a cidade de Iaciara no estado de Goiás, retornando a Irati no sábado (07).
A cidade, que tem pouco mais de 14 mil habitantes, os recebeu de forma acolhedora, segundo os estudantes, os quais ficaram em alojamento em escolas do município, e tiveram o apoio da administração municipal, em diversos momentos.
As atividades incluíam desde palestras e oficinas, falando de cooperativismo, sociativismo, aquecimento global, cuidados com o meio ambiente, turismo e até mutirões de melhorias em praças envolvendo toda a comunidade.
Para a acadêmica de Turismo, Manoela Delong, a experiência foi única, "Vivemos um sonho e estamos acordando", a estudante conta que a receptividade foi excelente e que o pouco que realizaram em 12 dias na cidade já significou muito à população.
"Uma realidade completamente diferente da que vivemos; voltamos com uma bagagem de experiência tão grande que se tivéssemos a oportunidade de retornar, com certeza retornaríamos, para dar continuidade a esse trabalho", conclui Manuela, que fala da importância de universitários estarem participando de um projeto social desse porte.
"Não tem palavras para traduzir essa experiência", enfatiza Raquel C. Zakaluka, do curso de Engenharia Ambiental.
A estudante conta que todas as ações foram realizadas com sucesso, superando as expectativas. "Aprendemos mais com eles do que eles com a gente, são lições de vida que nenhum banco universitário ensinará aos alunos, e só quem vive para saber como é, e a diferença que fará em nossas vidas a partir de agora", argumenta.
As acadêmicas ainda contam as experiências culturais e impactos que lá presenciaram, como os hábitos da comunidade Quilombola, com sua gastronomia e seu folclore.
Além disso, relataram os momentos emocionantes na despedida do grupo da cidade, "As pessoas nos homenagearam e isso foi muito gratificante, mostrando que nosso trabalho valeu a pena", finaliza Manuela.
Segundo a Professora Paula, "O projeto acontece duas vezes no ano, coincidindo com o período das férias de julho e de janeiro, que permite a participação dos alunos. Temos também a expectativa de retorno ao município, porém com um outro grupo", conclui.


Folha de Irati: http://www.folhadeirati.com.br/noticias/noticia.asp?id=5658

Saiu na Imprensa7...

Por Rafael Nunes – Acadêmico de Jornalismo da Unicentro

“Lição de vida e de cidadania”

Conhecer um Brasil diferente, dentro deste país de dimensão continental, é uma experiência por si só inesquecível. Interferir nessa realidade, poder levar um pouco da sua experiência, da sua formação universitária, traz à tona o sentimento de que, apesar de tão diferentes, somos um único povo. Um povo capaz de se emocionar ao perceber que com tão pouco mudamos a vida de alguém e que essa pessoa, esse brasileiro, na sua simplicidade muda a nossa vida. O Projeto Rondon, ação coordenada pelo Ministério da Defesa em parceria com universidades, proporcionou esta experiência que cada participante vai levar consigo para a vida toda.
A Operação Centro-Norte 2009 abrange os estados de Goiás, Amazonas, Pará e Roraima. No meu caso, fiz parte de uma equipe da Unicentro que seguiu para o município de Iaciara, localizado no nordeste de Goiás, muito próximo do estado da Bahia. Atuamos em conjunto com universitários de Rio do Sul - SC. Com aproximadamente 12 mil habitantes, a cidade tem um histórico de extrativismo representado pelas madeireiras e atualmente pelas carvoarias. Como outras cidades do país, lá é comum ver o êxodo de jovens após concluir o ensino médio em busca de trabalho e formação superior. Os destinos mais comuns são Brasília (cerca de 300 km) e Goiânia (quase 600 km de distância). Iaciara também tem suas dificuldades e desafios. O que me chamou a atenção é que nada muda se a população não acreditar que isso é possível. Mais que problemas estruturais ou de renda, senti que a maior carência local é de auto-estima, de ter perspectiva, “enxergar a luz no fim do túnel”. Se isso normalmente é triste, confesso que me emocionei ao perceber certa desesperança por parte das crianças; elas que, mais que ninguém, devem ter o direito de sonhar com um futuro melhor. Nessa hora você é desafiado a olhar a realidade delas e, dentro do possível, transmitir uma palavra de estímulo, que devolva a esperança abalada.
Uma das minhas atividades em Iaciara, como estudante de Jornalismo, foi a realização de oficinas de “Produção Fotográfica”, uma delas em uma comunidade quilombola, em que o objetivo principal não era repassar técnicas para tirar uma boa foto; era fazer com que os moradores passassem a prestar mais atenção à sua realidade, valorizar aquilo que possuem. Ao observar as imagens capturadas, muitos deles não reconheciam, por exemplo, locais por onde passam todos os dias. A fotografia contribuiu com esse processo de descoberta de si e da comunidade em que vivem.
O povo iacearense fica marcado, para mim, por sua alegria, receptividade e grande participação nas atividades que propomos. É preciso destacar que muitos deles ainda lembram-se da realização do projeto na cidade, em 1976. Eles nos procuravam para contar de que forma o Rondon teve influência positiva em suas vidas, levavam certificados da época. O tempo todo estivemos expostos a essa comparação com a primeira turma do projeto. No final dos trabalhos, ficamos felizes ao ouvir dos moradores que seremos lembrados, assim como a primeira turma do Rondon que foi a Iaciara, e que seremos sempre bem-vindos àquele município. Construímos verdadeiros laços de amizade.
Foram 12 dias que passaram rápido, mas que têm cada minuto gravado na memória e nas inúmeras fotos que tiramos. Dias em que saboreamos o famoso arroz com pequi e o beiju. Em que em vez de araucárias víamos vegetação rasteira de cerrado e as imponentes árvores chamadas popularmente de “barrigudas”. Imagine a sensação de ter sua viagem interrompida por mil cabeças de gado que tomam conta da rodovia estadual, de ter que ajudar a desatolar uma Kombi ou da possibilidade de tirar fotos com animais silvestres como tatus, quatis, periquitos e araras. Tivemos também a oportunidade de viajar em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) e de conhecer um pouco de Brasília-DF.
Valeu a pena cada esforço que fizemos! Como disse uma professora do Rio de Janeiro durante uma das viagens de ônibus, “o Rondon proporciona aquilo que nenhuma universidade vai ensinar”. Levamos nosso conhecimento à comunidade, mas vemos que, na verdade, é ela que nos tem muito a oferecer. Os que voltaram não são mais os mesmos que foram.
Mais informações sobre as atividades dos rondonistas da Unicentro no blog: unicentronorondon2009.blogspot.com.

Rede Sul de Notícias: http://www.redesuldenoticias.com.br/noticias/noticia.asp?id=19992

Saiu na Imprensa6...

Entrevistada: Camila Catoni (Unidavi)

Jornal Vale Oeste

Por uma sociedade brasileira melhor
20 de Fevereiro de 2009

Longe de casa por 15 dias por um único dever, o de ser Rondonista. A acadêmica de Turismo da Unidavi, Camila Catoni foi umas das alunas selecionadas pela Universidade a participar do Projeto Rondon que é um projeto realizado pelo Governo Federal, através do Ministério da Defesa, e reúne estudantes para auxiliar e ajudar a desenvolver comunidades carentes.
Destino do voluntariado foi a cidade de Iaciara, Goiás, uma cidade de aproximadamente 18 mil habitantes quase divisa com o estado da Bahia.
Foram várias horas de avião, ônibus e van até chegar a cidade. Os 14 Rondonistas destinados para a cidade de Iaciara foram recepcionados pelos moradores e ficaram alojados em um colégio. Os cincos acadêmicos Rondonistas da Unidavi dos cursos de Ciências Biológicas, Enfermagem, Psicologia, Turismo e Educação Física foram coordenados pela professora Idonésia Collodel e desenvolveram os trabalhos na cidade de Iaciara junto com o grupo da Universidade Estadual do Centro Oeste (Unicentro), do Paraná.

As Homenagens em Brasília
Camila Catoni participou junto com sua equipe da Unidavi da cerimônia de abertura em Brasília, realizado pelo Exército e Ministério da Defesa, que contou com a presença do Ministro da Defesa, Nelson Jobim. Nesta cerimônia foi dada aberta a Operação Centro Norte 2009. Foi apresentados todas as IES (Instituição do Ensino Superior) do Projeto Rondon, ao todo eram 48 IES para o estado de Goiás, onde foram divididas para 24 municípios, ou seja, duas equipes para cada cidade.

Iaciara, Goiás e o dever do Rondonista
Um dos maiores deveres de um Rondonista é proporcionar a comunidade que foi destinada uma nova oportunidade através de trabalhos desenvolvidos. As atividades que foram iniciadas pela equipe de Iaciara teve o objetivo de melhor promover o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida da comunidade.
Cada acadêmico desenvolveu atividades dentro de suas especialidades estudadas na Universidade.
Camila como acadêmica de Turismo desenvolveu trabalhos relacionados a cultura, Artesanato com matérias recicláveis. A Taioense explica que nas atividades que desenvolveu com as comunidades de Iaciara, foi feito lixeiras e ensinado o significado de cada cor que compõem as lixeiras, "era muito precário a parte relacionada ao lixo da cidade" ressalta a acadêmica.
A taioense trabalhou com maiores de 15 anos, e também ensinou muitos artesanatos feitos somente com produtos recicláveis.
Camila conta que algumas mulheres da cidade pediram para ela como poderia estar montando uma Associação de Artesãs e se Camila poderia as orienta-las, "fiquei muito feliz com a iniciativa delas, isso prova que consegui despertar que elas podem ganhar uma renda através dos artesanatos que faziam, pois na cidade não havia nenhuma associação, ajudei elas com muito prazer", explica a taioense satisfeita, "fui presenteada por elas com uma toalha bordada com meu nome" ressalta.
No total Camila realizou 40h aulas e beneficiou 71 pessoas, "Foi uma experiência maravilhosa para mim, o Rondon não deveria ser 15 dias e sim um mês pela importância do projeto", finaliza a acadêmica.

http://www.adjorisc.com.br/jornais/valeoeste/noticias/index.phtml?id_conteudo=179853

Também no blog do Aízio...

IaciaraNews
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Projeto Rondon em Iaciara

Desde domingo passado, 26 de janeiro de 2009, encontra-se na ciadade os rondonistas.Composta por duas equipes de professores e universitários. Com extensa lista de programação e atividades, os rondonistas, pouco a pouco vão se integrando e interagindo, com a nossa comunidade. Breve, maiores comentários sobre todo o evento.

http://iaciaranews.blogspot.com/search?updated-min=2009-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&updated-max=2010-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&max-results=1


Obs: Aízio foi o encarrecado pela administração municipal para nos acompanhar durante nossas atividades em Iaciara. Era nosso contato direto com a prefeitura.

Saiu na Imprensa5...

30/01/09

Unicentro atua em Goiás no Projeto Rondon

A Unicentro é uma das quatro universidades públicas do Paraná que atuam desde o domingo passado (25) em diferentes municípios de Goiás, na chamada Operação Centro-Norte do Projeto Rondon. No total, 48 estudantes e professores de seis instituições de ensino superior (IES) atuam na ação extensionista de nível nacional coordenada pelo Ministério da Defesa. Ao todo, 48 IES do Brasil todo atuarão em 24 cidades goianas até 06 de fevereiro, capacitando moradores locais em áreas como Saúde, Comunicação, Turismo, Políticas Públicas, Educação, Geração de Renda eoutras. "No domingo pela manhã (25), quando da recepção por parte dos rondonistas pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, ficou evidente para todos a forte participação paranaense", avaliou o estudante Cláudio Aguiar, da equipe da Unicentro que está em Iaciara, no Norte de GO, nas proximidades dos Estados do Tocantins e da Bahia.O grupo da Unicentro, aliás, criou até um blog para divulgação diária de suas ações – www.unicentronorondon2009.blogspot.com, além de produzir conteúdo para diversos veículos, como a Rádio Verde Oliva FM, do Exército Brasileiro.

Correio do Povo do Paraná: http://www.jcorreiodopovo.com.br/noticias/?url=unicentro-atua-em-goias-no-projeto-rondon

Saiu na Imprensa4...

Universitários paranaenses atuam em Goiás no Projeto Rondon

Extraído de: Governo do Estado do Paraná - 30 de Janeiro de 2009

Estudantes e professores universitários paranaenses atuam, desde 25 de janeiro, em municípios de Goiás, na Operação Centro-Norte do Projeto Rondon, uma ação extensionista nacional, coordenada pelo Ministério da Defesa. São 48 estudantes e professores de seis instituições de ensino superior (IES), três delas universidades estaduais: Unicentro (Universidade Estadual do Centro-Oeste), UEM (Universidade Estadual de Maringá) e UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa).
Atuarão 48 IES brasileiras em 24 cidades goianas até 6 de fevereiro, capacitando moradores locais em áreas como saúde, comunicação, turismo, políticas públicas, educação e geração de renda. "No domingo pela manhã, durante a recepção aos rondonistas feita pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, ficou evidente para todos a forte participação paranaense", avaliou o estudante Cláudio Aguiar, da equipe da Unicentro, que está em Iaciara, norte de Goiás. Em quatro dias de divulgação em Iaciara, mais de 200 inscrições foram realizadas, nas zonas urbana e rural.
O grupo da Unicentro criou um blog para divulgação diária de suas ações (
www.unicentrorondon2009.blogspot.com) e também está produzindo material para veículos de comunicação, como a Rádio Verde Oliva, do Exército Brasileiro.
O acadêmico da UEPG Luís Fernando Busatto disse estar empolgado, ao apresentar a abrangência do Rondon, que, nestes meses de janeiro a fevereiro, também está presente no Pará, Amazonas e Amapá, com cerca de mil universitários.
Emocionado com o clima de espírito solidário presente no Teatro Pedro Calmon, no Quartel General do Exército em Brasília, Jobim anunciou o aumento de 50% no número de estudantes do Projeto Rondon para 2009/ 2010, e reiterou seu desejo de sucesso para as equipes dirigidas a Goiás. "Lembrem-se que a miséria, a tristeza e a dor que eventualmente vocês assistirão nesses 15 dias são o cimento de nossa pretensão de futuro como Estado Nacional. Chega de o Brasil ficar olhando para o lado, para os cantos, de cabeça baixa", discursou Jobim, finalizando: "Façam essas pessoas felizes porque assim vocês serão também felizes".


JusBrasil:
http://www.jusbrasil.com.br/politica/1377520/universitarios-paranaenses-atuam-em-goias-no-projeto-rondon

Saiu na Imprensa3...

31/01/2009

Rápidas

Blog
O grupo de estudantes da Unicentro, que está desde o início da semana em Iaciara, goiás, criou um blog para divulgação diária de suas ações (www.unicentro rondon2009.blogspot.com) e também está produzindo material para veículos de comunicação, como a Rádio Verde Oliva, do Exército.

Bem Paraná: http://www.bemparana.com.br/index.php?n=95645&t=rapidas

Saiu na Imprensa2...

23/01/09

Equipe de rondonistas da Unicentro viaja neste sábado (24)

Uma das duas equipes da Unicentro selecionadas para participar da Operação Centro-Norte 2009, do Projeto Rondon, parte de Curitiba neste sábado (24/01) rumo a Brasília-DF à bordo de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB). Na capital federal, se reúnem todos os professores e universitários, vindos de diversas regiões do país, que vão atuar em municípios do Estado de Goiás. No domingo, a equipe da Unicentro segue para o município de Iaciara-GO onde passa a desenvolver as atividades junto com uma equipe da Unidavi, de Rio do Sul-SC.
A equipe que segue para Iaciara é composta pelos professores Márcio Fernandes (Comunicação Social) e Paula Grechinski (Turismo, de Irati), além dos estudantes Cláudio Aguiar, Milena Parente, Rafael Nunes (todos de Jornalismo), Raquel Zakaluka (Engenharia Ambiental – Irati), Manuela Delong e Silvia Santana (ambas Turismo – Irati). Na pequena cidade de aproximadamente 12 mil habitantes, localizada no nordeste de Goiás, a 500 km da capital Goiânia, os rondonistas vão colocar em prática o conhecimento que cada um tem na sua área específica de formação. Por contar com integrantes do curso de Jornalismo, a equipe da Unicentro também produzirá boletins diários para a Rádio Verde Oliva do Exército Brasileiro (www.verdeolivafm.exercito.gov.br/), Rádio Mania FM (de Iaciara) e Universitária FM (de Guarapuava) divulgando as ações do Projeto Rondon nos municípios envolvidos.
A segunda turma da Unicentro é coordenada pelas professoras Franciani Galvão (Administração, de Irati) e Vânia Marcelino (Engenharia Ambiental, de Irati). A equipe segue no próximo dia 31 de janeiro para Normandia, em Roraima, com estudantes de Administração, Turismo e Engenharia Florestal.
Quem quiser acompanhar mais sobre o trabalho das equipes da Unicentro na Operação Centro-Norte 2009 pode acessar o blog: http://unicentronorondon2009.blogspot.com/


Rede Sul de Notícias: http://www.redesuldenoticias.com.br/noticias/noticia.asp?id=19614

Saiu na Imprensa...

Unicentro integra equipes rondonistas

Irati - As duas equipes da Unicentro aprovadas pelo Ministério da Defesa para o Projeto Rondon 2009 participaram na manhã da quarta passada de uma atividade de integração, no campus Santa Cruz, em Guarapuava.Ao todo, quatro professores e 12 acadêmicos de vários cursos estarão nas ações do Rondon entre janeiro e fevereiro do próximo ano, nas cidades de Iaciara (GO) e Normândia (RR).O primeiro grupo, liderado pelos professores Márcio Fernandes (Jornalismo, do Santa Cruz) e Paula Grechinski (Turismo, de Irati), deve embarcar para o norte goiano no dia 24 de janeiro. Com eles, irão estudantes de Jornalismo, Turismo e Engenharia Ambiental. A segunda turma, com as professoras Franciani Galvão (Administração, Irati) e Vânia Marcelino (Engenharia Ambiental, Irati), viaja a Roraima em 31 de janeiro. Elas levarão alunos de Administração, Turismo e Engenharia Florestal.Pela manhã, os rondonistas foram recepcionados pelo professor Márcio Macedo, diretor de Extensão da Univer-sidade.

Hoje Centro Sul -
http://www.hojecentrosul.com.br/hoje/geral/unicentro-integra-equipes-rondonistas

21 novembro, 2009

A experiência de Iaciara-GO no I Encontro Brasileiro de Rondonistas


















A experiência da equipe rondonista da Unicentro-Unidavi no município de Iaciara-GO em janeiro-fevereiro de 2009 foi destaque no I Encontro Brasileiro de Rondonistas realizado de 29 a 31 de outubro em Guarapuava-PR. As várias atividades realizadas no município goiano durante a Operação Centro-Norte 2009 foram transmitidas aos outros participantes do evento. Entre elas estiveram os relatos de experiência dos trabalhos realizados pelas duas universidades, as oficinas da área de comunicação e também uma apresentação sobre este blog criado para divulgar as atividades da equipe.
Assim como em Iaciara, os rondonistas da Unicentro também expuseram fotos das ações durante o Projeto Rondon. Outra série de fotos foi daquelas tiradas por moradores durante as três oficinas de Produção Fotográfica (fotos 1 e 2). Além de serem expostas no Jardim de Inverno do Campus Santa Cruz, as fotos foram parar também na exposição realizada no dia 31 na XV de Novembro, uma das principais ruas da cidade de Guarapuava (foto3).
O I Encontro Brasileiro de Rondonistas reuniu cerca de 150 participantes de 12 estados do país. O evento teve como organizador geral o professor da Unicentro Márcio Fernandes, que esteve em Iaciara com a equipe no começo do ano, e a parceria de diversas instituições de ensino superior além do 26º Grupo de Artilharia em Campanha (de Guarapuava) e o Centro de Comunicação do Exército Brasileiro.
A abertura do evento contou com uma conferência especial do General de Brigada do Exército Brasileiro e coordenador do Projeto Rondon, Júlio de Amo Jr. O campus de Irati, a 100km de Guarapuava, também recebeu algumas atividades do encontro.
Para os rondonistas da Unicentro e Unidavi, o evento foi uma oportunidade de reencontro entre eles e também de relembrar muitas histórias vividas em Iaciara durante os quase 15 dias de permanência na cidade.
Em sessão plenária, os participantes confirmaram o II Encontro Brasileiro de Rondonistas para 2010 no município de Bambuí, Minas Gerais.

11 março, 2009

Imagens da cultura quilombola...

ciara, Nada melhor que o próprio povo para mostrar sua cultura, sua história... Em uma manhã de muito sol, a comunidade de Levantado, um povoado remanescente de quilombo localizado no município de Iaciara-GO, recebeu uma oficina de "Produção Fotográfica". Os estudantes de Jornalismo Rafael de Almeida Nunes e Milena Parente, ambos da Unicentro, conduziram os trabalhos com moradores da comunidade. No total, 13 pessoas participaram da oficina, a maioria tinha média de idade de 15 anos, mas havia também pessoas mais experientes como a dona Josefa (na foto com os rondonistas) que acompanhou atenta às explicações. A seguir, algumas das fotos tiradas pelos participantes da oficina do povoado de Levantado:




































































09 março, 2009

Iaciara se vê através das fotos...

Uma das oficinas mais procuradas durante o Projeto Rondon em Iaciara-GO foi a de "Produção Fotográfica". Tanto que o números de inscritos teve que ser ampliado. Mais que apresentar técnicas de como tirar uma boa foto, o oficina teve por objetivo "abrir os olhos" dos participantes para a realidade local e suas características. De acordo com o estudante de Jornalismo da Unicentro Rafael de Almeida Nunes, responsável pela oficina, o resultado superou qualquer expectativa. "Os participantes mostraram muito interesse na atividade e conseguiram captar belas imagens do dia-a-dia que para muitos passam despercebidas. São rostos de pessoas, atividades cotidianas e brincadeiras de crianças", explica o universitário.
No total foram três oficinas de foto; duas na cidade e uma em uma comunidade quilombola. Uma seleção das melhores fotos tiradas durante a oficina foi apresentada à comunidade, através de slides, na solenidade de encerramento do Projeto Rondon em Iaciara.

A seguir, algumas das fotos selecionadas:































































































































Jornal Dobradinho...














Idealizado para ser um meio simples de comunicação realizado por estudantes, o "jornal dobradinho" foi tema de duas oficinas realizadas em Iaciara-GO durante o Projeto Rondon 2009. O produto é desenvolvido a partir de uma folha de sulfite tamanho A4. No princípio do tamanho de um cartão, na sequência, cabe ao leitor ir desdobrando e lendo seu conteúdo.
Os acadêmicos de Jornalismo da Unicentro Milena Parente e Rafael de Almeida Nunes passaram aos participantes da oficina, a maioria estudantes do Ensino Médio, algumas técnicas utilizadas na confecção de jornal impresso. Divididos em equipes, os alunos criaram seus próprios jornais com temas voltados a características de Iaciara e do estado de Goiás (cultura, gastronomia...). A maioria optou por fazer em computador, mas houve grupos que fizeram o jornal de forma bem manual. Uma coisa em comum: todos os jornais dobradinhos foram feitos utilizando papel reciclado; em uma clara mensagem de compromisso e respeito ao Meio Ambiente que todos devem ter.
Os jornais desenvolvidos nas oficinas foram distribuídos à comunidade no evento de encerramento do Projeto Rondon na cidade.

18 fevereiro, 2009

Iaciara: Impressões de Idonésia Collodel...















"Definitivamente, comecei este ano como nunca imaginei. Além das “lições de vida e cidadania” proporcionadas pelo Rondon, descobri que 30 braços conseguem “contornar/abraçar/albergar” uma comunidade inteira – e seus povoados também.
Percebi que, no tear da solidariedade, apenas 30 mãos são capazes de tecer, com fios que se cruzam em todas as direções, a urdidura da empatia, do sentimento coletivo, do ir-e-vir do processo dialético, que tecem tramas envolvendo os fios da própria vida.
Observei que os sentimentos e emoções vivenciados e partilhados no ato de tecer, num movimento com vários fios de diferentes tonalidades, espessuras e texturas, se tornaram sem limites e sem fronteiras, temperando a troca de idéias, a reflexão, as escolhas, e as ações elaboradas na tessitura, que formou um tecido/retalho “inesquecível”, unindo vários tecelões: os rondonistas e o povo cerradeiro de Iaciara. Assim, cardar, fiar, urdir, tramar e preparar os novelos e o tecido, apesar de algumas rupturas comuns nesta prática, foi uma experiência tecida e vivida intensamente com a “dor e a delícia” que lhe são peculiares; até os fios enrolados e emaranhados foram enfrentados com calma e responsabilidade, já que todos os envolvidos se assumiram como verdadeiros tecelões – produtos e produtores do seu contexto e da sua história – atravessados na relação da fiação entre quem ensina, pratica, e aprende simultaneamente.
Presenciei o nascimento e fortalecimento de uma amizade verdadeira e indescritível, que gerou lágrimas na despedida e dor ao fazer o enfrentamento da separação. Mais que isso: vi nascer uma família, ainda que limitada pelo curto espaço de tempo e pelas circunstâncias.
Também reparei que pôr em prática valores pessoais é uma ação que não tem preço. Então, abrindo espaço para um momento filosófico, lembrei das sábias palavras de Goethe, as quais foram inteligentemente praticadas por todos (e nos acompanharam ao longo de nossa estadia, expostas na parede de nossa “sala de jantar”, lembra?):

"Não basta saber, é preciso também aplicar; Não basta querer; É preciso também agir".

Refletindo, voltei algum tempo no passado para uma realidade muitíssimo diferente: minhas horas de busca sobre PRONTIDÃO ESCOLAR – assunto escasso nas pesquisas e na literatura nacional – mas abundante no cenário da biblioteca do IRDS (Institut de Recherche pour le Développement Social des Jeunes) da UQUÀM –
Université du Québec à Montréal – onde tenho me ancorado para desenvolver minhas pesquisas e oficinas. Que discrepância existe entre as facilidades encontradas em um país de primeiro mundo e as necessidades básicas de nosso Brasil continental!!!
Porém, senti um conforto imenso ao ouvir que lá na escola da Extrema (Levantado) alguém prometeu colocar em prática as trocas realizadas nestas oficinas (espero, sinceramente, que professores de outras localidades também façam o mesmo).
Assim, espero ter contribuído para ajudar a cardar, urdir e tecer o desenvolvimento humano deste espaço social tão querido. Dentro deste prisma, posso resumir meus sentimentos desta maneira: IACIARA, CLARETIANA, ÁGUA QUENTE e LEVANTADO, VALEEEEUUUU!!! Tenho certeza que buscamos oferecer o que tínhamos de melhor e vocês marcaram para sempre nossa vida!!! "

Idonézia Collodel - psicóloga e professora de Linguística Aplicada
Unidavi - Rio do Sul - SC

Normandia: Divulgar é preciso...







A ausência de veículos de comunicação locais, como uma rádio, por exemplo, em Normandia-RR, levou os rondonistas da Unicentro a realizarem oficinas de comunicação para buscar alternativas. Uma delas foi a confecção de um boletim com informações locais e que foi distribuído à comunidade (foto 2 e 3). A ação contou com o apoio da Secretaria Municipal de Educação de Normandia. De acordo com a professora Franciani Galvão (Unicentro - Irati-PR), estiveram envolvidos na atividade cerca de 50 moradores do centro da cidade e das comunidades indígenas. A professora conta ainda que a idéia chegou a motivar a prefeitura municipal a, em breve, ter seu próprio informativo.
As discussões sobre potencial turístico de Normandia tiveram como gesto concreto a elaboração de um folder destacando as belezas do município (foto1). "O folder surgiu na hora. Para incentivá-los a mostrar o que há de belo em Normandia, transformá-la numa cidade turística. Tem muita coisa bonita que nem mesmo os habitantes conhecem", explica a professora. Segundo Franciani, essa oficina de turismo reuniu 75 pessoas dentro de uma única sala. Participação massiva.

16 fevereiro, 2009

Rondonistas da Unicentro retornam de Roraima...













A equipe de rondonistas da Unicentro que estava em Normandia, estado de Roraima, participando da Operação Centro-Norte 2009, retornou no último sábado (14/02) a Irati-PR. Foram 10 dias de contato com uma realidade muito diferente da que estão acostumados. O clima amazônico, a paisagem com muitos buritis (tipo de palmeira) e a população predominantemente indígena são algumas das características locais encontradas pelo grupo.
A coordenadora da equipe, a professora Franciani Galvão, do campus Irati da Unicentro, afirma que a participação da comunidade local excedeu à expectativa. "Tínhamos preparado oficinas para 25 pessoas, mas elas oficinas não tiveram menos de 40. Teve oficina com 75 em uma sala; gente em pé. Foi fantástico", revela.
O grupo é formado por acadêmicos dos cursos de Administração, Turismo e Engenharia Florestal, todos cursos ofertados em Irati. O município de Normandia está dentro da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol, área motivo de disputa na Justiça entre índios e arrozeiros.

13 fevereiro, 2009

Iaciara: Impressões de Camila Catoni...










"Falar que está difícil voltar a realidade pode parecer exagero, mas para quem participa do Projeto Rondon é apenas um detalhe. Poderia repetir tudo o que sei que meus colegas sentiram, mas apesar de ter o mesmo sentimento, sei que para cada momento houve um sentimento individual. Os horários de alimentação estabelecidos, os horários de oficinas programados, a sirene que tocava sem falta todos os dias, as piadas dos colegas logo pela manhã, o cansaço coletivo (rsrs), fizeram parte de duas semanas inesquecíveis para mim. Primeiro a equipe da minha Universidade, depois os colegas da Unicentro, grandes e maravilhosas pessoas. Sem muito imaginar como seria, preparei meu trabalho. Mesmo antes de embarcar e, logo na chegada, sentia que teria muito trabalho a fazer. E foi isso aí, passei duas semanas talvez as mais agitadas da minha vida, um estado novo, colegas de trabalho que conheci em apenas algumas horas para conviver duas semanas, (continuando a conhecer), "alunos" novos, um povo diferente, outra realidade. Cheguei a acreditar que não conseguiria transformar, mas em cada oficina, em cada sorriso de um participante, a cada palavra repetida, em tudo, pude compreender que temos muito mais a aprender do que ensinar. Foi só o carinho, a nova forma de produzir artesanato, a nova maneira de reutilizar materiais recicláveis, a felicidade das meninas sentadas nos "puf's", aquele monte de garrafas plásticas que via todos dias. Foram os abraços, a emoção dos dançarinos ao se apresentarem para sua cidade e, o caloroso e eufórico abraço que recebi. As crianças pintando e aprendendo que devemos separar e reciclar o lixo. O afeto das 'mamães' e do companheiro, cuidaram dos rondonistas. A gratificação do trabalho ao ver os aprendizes repassando o conhecimento. Assim, "tão, tão" simples, coisas pequenas, que depois dessas duas semanas se tornaram gigantes. Não tem dinheiro no mundo que pague o respeito e a afetividade desse povo. Tenho a certeza de que todos nós rondonistas amaremos para sempre Iaciara.[...] a satisfação de um rondonista se expresa nesses sorrisos, feições alegres, abraços calorosos. Se expressa no carinho, na participação, na mão amiga da população. A satisfação de um rondonista é tornar-se parte da comunidade em apenas duas semanas."
Camila Catoni - acadêmica de Turismo
Unidavi - Rio do Sul-SC

Voo pela FAB...

O vídeo traz um pouco do clima dentro da aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) que seguiu de Curitiba-PR para Brasília-DF com os rondonistas que participaram da Operação Centro-Norte 2009 em Goiás. Longe do conforto das aeronaves comerciais, o "Hércules" da FAB possui assentos laterais e faz muito barulho. Isso só tornou a experiência ainda mais inesquecível para os rondonistas. No destaque a equipe da Unicentro, Guarapuava/Irati-PR.

12 fevereiro, 2009

Iaciara: Impressões de Paula Grechinski...











"Começar a escrever esse texto foi tão difícil quanto a despedida em Iaciara-GO. Parece que todos nós estamos sofrendo de um mesmo problema: ausência de palavras que definam o real sentido do Projeto Rondon. Desde o começo eu sabia que o Projeto Rondon é algo voltado mais para os universitários do que para a cidade que os mesmos ajudariam, mas só depois que passei pela experiência pude compreender realmente o que isso significa. É como eu disse, faltam palavras, e eu até poderia ficar horas tentando traduzir os quinze dias que passei em Iaciara, mas é impossível. Nada do que eu escreva, diga ou mostre vai ser fiel ao sentimento que aflorou nos rondonistas. Essa foi uma experiência única e impagável e eu serei eternamente grata às pessoas que de alguma forma tornaram possível minha participação no projeto.
Fomos sempre muito bem tratados e muito bem recebidos pela população de Iaciara. E a gratidão deles depois de cada oficina, de cada palestra ou de cada gesto nosso foi a coisa mais sincera que eu já tive a oportunidade de viver... Devo confessar que no segundo dia em Iaciara, me senti um pouco inútil, pensando que jamais eu conseguiria realmente ajudá-los da maneira como precisavam, mas esse foi um pensamento que passou muito rápido pela minha cabeça, pois eu vi que estava enganada... O pouco que a gente faz, para eles é muito. E é isso que torna o projeto tão especial: você sentir-se útil, sentir que fez a diferença na vida de alguém, que mudou algo, que ajudou... Todos os dias em Iaciara foram para mim muito especiais, e acho que foi o tempo suficiente pra tornar essa experiência inesquecível.
Um dia em especial me marcou muito, foi dia 03 de fevereiro... Pela manhã realizamos um mutirão para pintar a praça da cidade. Vou tentar descrever com uma palavra: SUCESSO. A comunidade se empolgou tanto com a mudança, que saíram pintando o meio fio e foram além da idéia de pintar só a praça. Com esse exemplo dá pra ver que a gente fez mesmo a diferença, não? Pelo menos “plantamos uma semente”... Durante a tarde, fui com as meninas do Turismo para o Balneário de Água Quente dar palestras, e levamos conosco duas pessoas que participaram das nossas oficinas na primeira semana. Será que vocês conseguem imaginar o meu sentimento ao ver essas duas pessoas dando a palestra no nosso lugar? Saber que tudo o que a gente falou na primeira semana foi absorvido por eles, e teve tanta relevância a ponto de eles se interessarem em passar isso para outras pessoas? Na verdade esse era o nosso objetivo mesmo, mas a sensação ao ver ele se realizando é indescritível...
Sonhei tanto durante 15 dias, e foi tão maravilhoso, que agora está até um pouco difícil de acordar e voltar para a minha realidade... Jamais vou esquecer Iaciara e os amigos que conquistei enquanto estive lá...
Saudades... "

Paula Turra Grechinski – professora do curso de Turismo
Unicentro - Irati-PR